POESIA DESTOANDO, CABEÇAS ROLANDO

 

Hoje é sexta-feira, 20 de outubro de 2017.
São 5:30hs da tarde e…

 O SARAU COMEÇA…!
COMO DIZIA A POESIA, PRUCURUNDÚ…

:mrgreen: Eu me enrolo, Prucurundú…
Procurando jeito, que a cabeça,
todos a querem bonitinha,
que seja um pronto utilitário,
alegreto, logo diga, presente!
quando o professor me chama…

🙄 Por onde andam teus olhos, prucurundú?
Não é que a lua foge o rosto branco
e come o medo que pergunta?
Não é o que seria claro (claro, o dia!)
depois do abismo que havia?

É tarde, é manhã, é nessa ordem, o dia.
Um abismo, uma morte, para cada horizonte.
Quando chamar e eu vier, será antes
o escuro muro, o desejo e a ponte,
de novo, a cada travessia.


A IRONIA DA POESIA, ELEMENTOS DA ILUSÃO
IMAGEM, IDEIA, CHEIRO E MELODIA

poesia Prucurundú Barroló

 

Agora, uma enquete…

Você ( :mrgreen: âhh?) gosta de poesia?
Gosta nada!

Só talvez…
Bem, o que você pensa delas?
😎 Pois sim, goste e leia-as…

Isso não tem mesmo importância.
Não faço disso campanha
nem gosto (gosto sim) de ler poesias…
😛 mas, gosto tanto de escrevê-las,
que até pra mim mesmo as faria…

😈 Ah, sim, o porco egoísta!
É um caso de prazer e risco…
É como diria prucurundú:
o ridículo é uma fera presa.

Enfim… eu lhe pergunto:
qual paixão não é ingênua?
Hum, não pergunte isso ao professor…
Inimigos da ilusão, mancomunam.

Mas há poesias sem paixão…

VOCÊ É UMA POESIA, ESCREVA-SE!

 

Se vai deixar de me ler, pra () escrever-se,
bom será pra você e pra quem nos quiser ler…
eu, você, alguém, ninguém se admire,
tudo é pirado mesmo…

Não pira, quem não faz…
Perder tempo alisando palavras!…
Dá-nos, prucurundú e outros,
que fazer poesia é outra coisa…

Só não pense que sei, se sei que não sei,
que tudo é funcional na rotina do louco,
como infindável arrumar de pedras e
atira-las de dentro de uma caverna.

Nesse caso, é a copa da gairoba,
subo, quando a vejo do vidro,
estou dentro do quarto.
e pulo de cabeça.

POESIA, A TARA DE PRUCURUNDÚ

poesia no Sarau Prucurandú barrolo.com/sarau

Mas, esta saga eu lhe insisto, taras de prucurundú.
Ele, cedo, adentro de si, vai ao fundo, derivar
para o que o queimasse sem consumir,
para o que consumisse, como fogo, o muro.

Num mergulho tresloucado, um namoro descarado,
com elas (as palavras), ele é porco e obsceno,
comendo-as com café, tabaco e palha,
despindo-as, utilizando-as, devorando-as.

Cada dia, cada uma, cada fase, cada frase,
escreve seus entraves, multiplica sua existência,
em doces gemidos de dor, de suores, de prazer
que, exaurido, rende sempre, ao dar-se o sono.

Prucurundú não é gente, incômodo metamórfico,
é como um abraço de bêbado, tropeçando sons,
cuspindo letras, como os voos dos filhos das águias,
porquanto, embriagado, insiste em amar o medo.

Até que, enfim, veja quanto é assim com todos…
Que bobagem! Ele dirá, esta invenção é de todos.
Claro que sim, prucurundú! Não vale mesmo nada…
De vera… o que não se tem, não vale nada.

Enfim, é o que descobre e propõe como desperdício.
Que, em sua visita, eu abrisse meu álbum de infância
e lhe convidasse a tais enfadonhas nostalgias.
Não me cobre lucro por investir nisso…

Mas, foi desde aí que que me esquivo dessa imagem,
criam-se deuses das águas aos olhos de Narciso, atônito.
Imagine… se estragariam quando as tocasse!…
Já não poderia usar e usar… minhas palavras.

Leia… se quiser…

Nosso primeiro convidado:
Jordano Souza

5 dicas pra ler um poema

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Bezerra A.
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